«De qualquer modo, a memória é uma ficção e o passado uma espécie de sonho que nos sonha tanto quanto o sonhamos nós. Mas será que dois homens podem sonhar o mesmo sonho, ou o mesmo sonho sonhá-los a ambos?»
[...] Deito-me e amo a mulher. E amo o amor na mulher. E na palavra, o amor. Amo, com o amor do amor, não só a palavra mas cada coisa que invade cada coisa que invade a palavra. [...]