quinta-feira, 14 de março de 2013

Armando Silva Carvalho


Armando Silva Carvalho nasceu em Olho Marinho (Óbidos) no dia 14 de Março de 1938.


Parabéns, Armando!

quarta-feira, 13 de março de 2013

«O Problema da Habitação», de Ruy Belo


O PROBLEMA DA HABITAÇÃO
Ruy Belo

Prefácio de Fernando Pinto do Amaral

Colecção: Obras de Ruy Belo / Tema, classificação: Poesia
Data de Edição: Março de 2013
Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada / 72 páginas
ISBN: 978-972-37-1674-0
Preço: 11 €

Publicado em 1962, um ano após Aquele Grande Rio Eufrates, o livro agora reeditado pela Assírio & Alvim representa, a meu ver, um dos momentos mais coerentes e mais densos da obra de Ruy Belo […].  Fernando Pinto do Amaral

O Problema da Habitação foi o segundo livro publicado por Ruy Belo, um dos grandes poetas do século XX português. Nas palavras de Gastão Cruz, «Creio que nenhum poeta português interroga de forma tão aguda e permanente como Ruy Belo a estranheza do que nos acontece e do que nos rodeia […], as contradições da nossa fala e as nossas idas e vindas […], a nossa insegurança e a nossa efemeridade.»

Ruy Belo nasceu em 1933 em S. João da Ribeira. Licenciou-se em Direito e, mais tarde, em Filologia Românica, pela Universidade de Lisboa, obtendo mais tarde o doutoramento em Direito Canónico pela Universidade de S. Tomás de Aquino, em Roma. Entre outras actividades foi crítico literário, jornalista, leitor na Universidade de Madrid e tradutor para português de nomes como Blaise Cendrars, Saint-Exupéry, Lorca e Jorge Luís Borges, entre muitos outros. Considerado um dos mais importantes poetas portugueses da segunda metade do século XX, faleceu precocemente em 1978.

quarta-feira, 6 de março de 2013

«Serão Inquieto», de António Patrício


SERÃO INQUIETO
António Patrício

Nota Preambular de Armando Nascimento Rosa
Edição e Posfácio de David João Neves Antunes

Colecção: Obras de António Patrício / Tema, classificação: Contos
Data de Edição: Fevereiro de 2013
Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada / 160 páginas
ISBN: 978-972-37-1669-6
Preço: 12 €

Génio, em arte, é o teclado imaterial das analogias que o sopro da emoção acorda sempre, e faz de cada instante eternidade; e põe o hálito de Deus nos muros nús; e desdobra sobre eles, como um fresco, um invisível fresco mais-que-vivo, o universo mergulhado em sonho.

Em 1910, António Patrício deu ao prelo a primeira edição do livro de contos Serão Inquieto. À série de contos «Diálogo com uma águia», «O precoce», «O homem das fontes», «Suze» e «O Veiga», seguem-se «Words», notas que António Patrício seleccionou e transcreveu de um caderno de notas e atribui em nota de rodapé a um tal C.F., seu «ex-condiscípulo», que se despedira do autor «para casar, como outros se despedem para morrer», e que «não ferem sensivelmente a moral pública», sendo possivelmente «os senhores dirão — curiosas». Em 1920, saía a segunda edição do livro, diferindo da primeira por apresentar uma Errata, que é extensível à edição de 1910, e mais umas notas que acrescentam as «Words». A edição que agora se apresenta resulta do confronto das duas edições anteriores e acrescenta-lhes uma terceira secção, inédita, constituída pelos «Aforismos».


António Patrício (Porto, 1878-Macau, 1930) estudou Medicina na Universidade do Porto. Nunca exerceu a profissão porque, com o advento da 1.ª República, ingressou na carreira diplomática. Poeta, dramaturgo e contista, é o mais extraordinário expoente da estética simbolista na dramaturgia de língua portuguesa. Publicou, em livro, peças de teatro como O Fim – História dramática em dois quadros (1909) e Pedro o Cru – Drama em quatro actos (1918), tendo deixado incompletos muitos outros escritos e projectos para teatro. Os seus poemas estão reunidos em dois volumes: Oceano (1905), o seu livro de estreia, e Poesias, uma edição póstuma (1942).

terça-feira, 5 de março de 2013

«Pequeno Tratado das Figuras», de Manuel Gusmão


PEQUENO TRATADO DAS FIGURAS
Manuel Gusmão

Colecção: Poesia Inédita Portuguesa / Tema, classificação: Poesia
Data de Edição: Fevereiro de 2013
Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada / 112 páginas
ISBN: 978-972-37-1668-9
Preço: 12,90 €

Este é o mais recente livro de poesia de Manuel Gusmão, e o primeiro que publica na Assírio & Alvim, se exceptuarmos o volume de ensaios Tatuagem & Palimpsesto e outras colaborações esporádicas. É um livro surpreendente sobre a vida, as imagens, a arte e a sua prática e a confirmação de estarmos perante um dos grandes poetas portugueses do nosso tempo.

Manuel Gusmão nasceu em Évora, em Dezembro de 1945, e é professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi deputado na Assembleia Constituinte e na 1.ª legislatura da Assembleia da República, eleito pelo PCP. Tem reconhecida obra no domínio do ensaio, designadamente sobre Fernando Pessoa, Carlos de Oliveira, Nuno Bragança, Maria Velho da Costa, Luiza Neto Jorge e Gastão Cruz. No campo da poesia estreou-se com o livro Dois Sóis, A Rosa — a Arquitectura do Mundo.
É um dos grandes poetas portugueses do nosso tempo e a sua obra tem sido distinguida com diversos prémios, entre eles o Prémio D. Diniz, o Prémio Vergílio Ferreira e o Prémio DST de Literatura.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Obras de Eugénio de Andrade



CORAÇÃO DO DIA · MAR DE SETEMBRO
Eugénio de Andrade 

Prefácio de Fernando J.B. Martinho


Colecção: Obras de Eugénio de Andrade / Tema, classificação: Poesia
Data de Edição: Fevereiro de 2013
Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada / 80 páginas
ISBN: 978-972-37-1666-5
Preço: 11 €

«A limpidez, a luminosa simplicidade que nos oferta, em ambos estes conjuntos, há que aceitá-la como uma graça de que só a grande poesia é capaz.»

Fernando J.B. Martinho





OSTINATO RIGORE 
Eugénio de Andrade
 
Prefácio de Eduardo Lourenço


Colecção: Obras de Eugénio de Andrade / Tema, classificação: Poesia
Data de Edição: Fevereiro de 2013

Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada / 56 páginas
ISBN: 978-972-37-1667-2
Preço: 10 €

«O paganismo foi um excesso dos deuses e em Eugénio de Andrade nem há deuses, nem excessos. São as coisas mesmas que modulam a música com que as fala para as deixar intactas no seu original e inviolável silêncio de coisas.»

Eduardo Lourenço

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

«A Paixão», de Almeida Faria


A PAIXÃO
Almeida Faria


Colecção: A Phala / Tema, classificação: Romance
Data de Edição: janeiro de 2013
Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada com badanas / 224 páginas

ISBN: 978-972-37-1665-8
Preço: 13,90 €

«Almeida Faria escreveu um poema épico, deveras, porque
todas as suas descrições, todas as suas enumerações, todas as suas variações imaginárias e baseadas na hipótese da situação e subjetividade humana […] tecem um diálogo entre os objetos como objetos e os objetos como sinais; porque o cruzamento entre as diversas vivências cíclicas do tempo concreto, ou vivido, reacorda no leitor a ânsia interrogativa sobre o de agora e o de sempre sobre o que se repete e o que é realmente novo […].» ÓSCAR LOPES


«A Paixão será porventura a mais espessa cortina de linguagem que a literatura portuguesa terá produzido na segunda metade do século XX. Podemos dizer, quase nostalgicamente, que já foi grande a escrita em português.» LUÍS QUINTAIS

«Um livro de pura genialidade da juventude.» EDUARDO LOURENÇO

«Ao ler A Paixão de Almeida Faria no início dos anos 70, entrei em imediata comunhão com essa obra-prima, ao ponto de colar ao Lavoura Arcaica, sem qualquer pudor, certas imagens e metáforas daquele poema em prosa.» RADUAN NASSAR 

«Todo o génio de Almeida Faria está na expressão rigorosa da fértil união entre o sagrado e o profano.» La Quinzaine Littéraire, FRANÇA  

«o seu segundo romance, A Paixão, possui as mesmas qualidades literalmente espantosas de Rumor Branco, sendo ao mesmo tempo mais despojado e mais apaixonado; desta vez a severidade é implacável, e a composição aposta numa disciplina exemplar.» Books Abroad, EUA

«Na minha geração, lembro-me de sair A Paixão de Almeida Faria e eu com 19 anos a pensar: nunca chegarei aos calcanhares deste homem.» ANTÓNIO LOBO ANTUNES

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

«O Estado do Bosque», de José Tolentino Mendonça


O ESTADO DO BOSQUE

José Tolentino Mendonça


Colecção: A Phala / Tema, classificação: Teatro
Data de Edição: Janeiro 2013
Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada / 72 páginas

ISBN: 978-972-37-1663-4
Preço: 10 €


Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos,
os comboios de alta velocidade, os automóveis para
regressar aos caminhos do bosque.

[excerto do livro]

Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino. Esta peça estará em cena, de 7 a 24 de fevereiro de 2013, no Teatro do Bairro Alto, com encenação de Luís Miguel Cintra.

Peter: Qual é o sentido do trilho?
John Wolf: Não sei. Cada trilho conduz a mais do que um sentido.

Poeta, sacerdote e professor, José Tolentino Mendonça nasceu em 1965, na ilha da Madeira. Doutorou-se em Teologia Bíblica, em Roma, e vive atualmente em Lisboa. Entre outras responsabilidades é Vice-Reitor da Universidade Católica Portuguesa, dirige o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura e a revista Didaskalia. Tem publicado diversos livros de poesia, ensaio e teatro na Assírio & Alvim, e colaborado em muitos outros como tradutor e/ou organizador.
Para José Tolentino Mendonça, «A poesia é a arte de resistir ao seu tempo». A sua obra tem sido traduzida no estrangeiro e galardoada com diversos prémios, entre eles o Prémio Cidade de Lisboa de Poesia e o Prémio Pen Clube de Ensaio.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013